Explicar representatividade é uma tarefa difícil,mas deixa pelo menos tentar. Em meio a alguns super heróis escolhidos como temas de festas infantis,meu filho escolheu um para seu aniversário de 7 anos (que chamou atenção dele no filme guerra civil),um tal de pantera negra,ok.
Fui pesquisar mimos,toda decoração para a festa e...NADA SOBRE O PERSONAGEM! No comércio não existia produto sobre o pantera negra, até porque nem sabiam quem ele era. Fui desacreditada,desmotivada por muita gente: Faz tema junino, homem aranha, Batman... Então eu fiz toda a arte dos mimos,da faixa do bolo,da caixa da lembrança, até a que ficaria no banner eu escolhi e saiu do jeito que ele queria.
Claro que vai muito além de um tema para festa infantil,por isso processar a morte do protagonista do filme doeu tanto,podem falar que ele não nos conhecia,mas nós soubemos quem ele foi, fez,representou e lutou quando não estava em cena.
A força que ele encontrou para lutar contra a doença em segredo,me fez pensar no quanto somos egoístas com os outros e tão pequenos diante da dor que muitos passam e não deixam transparecer.
Chorei a cada lida nos depoimentos deixados pelos companheiros, expliquei ao meu filho o que aconteceu e ele chorou,mas falei que ele agora pôde descansar e o banner ainda está na parede para lembrá-lo de que assim como o tchalla ou Chadwick,ele também pode realizar grandes feitos.